quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Novidades!

Ana Luiza esta mesmo virando mocinha!

Começou a dormir na caminha, como ela é muito espaçosa o berço ficou muito pequeno. Esse berço mau foi utilizado, ficou tudo novinho até os protetores, uma judiera! Viajamos demais e ela acabou dormindo mais no berço desmontável (de viagem) do que no berço do quarto dela mesmo, e quando tentei coloca-la no nele ela odiou, chorava o tempo todo, mesmo dormindo, quando era colocada no berço acordava e chorava muito.

Já faz um tempo que ela estava dormindo no meu quarto, e desde a semana passada passeia a coloca-la na caminha dela e esta indo tudo muito bem, tem acordado uma vez de madrugada e outra bem cedo (5:30/ 6:00) mas logo volta a dormir, estou muito feliz por isso.

Ontem desmontei o berço e modifiquei todo o quarto dela, ficou muito espaçoso agora, o berço era muito grande, agora ela pode fazer a bagunça dela com mais espaço (rsss). Outra novidade boa é que ontem na arrumação do quarto abri o carrinho dela que estava quardado a muito tempo (pois ela também havia pegado pavor de carrinho desde os 7 meses) e de brincadeira coloquei ela nele e ela amou, fez a maior farra e ficou lá por um tempão vendo Cocoricó, hoje precisei dar uma saidinha e ela foi no carrinho adorando o passeio, fiquei tão feliz... minha coluna com escoliose agradece! (rsss)

Outra novidade também é que ela esta acostumando a dormir cedo, antes ela só dormia bem depois das 23hs, agora tem dormido mais cedo, 21hs ela já esta apagando, tem acordado por volta das 24hs, mas mama e volta a dormir. Que bom, as coisas estão mudando!
Depois fotografo o quarto e coloco fotos aqui!


segunda-feira, 24 de novembro de 2008

Rede de cordões umbilicais recebe R$ 31,5 milhões

Oito novos bancos públicos serão construídos no país, o que ampliará a capacidade de armazenamento de 5 mil para 50 mil amostras.

A Rede BrasilCord, que reúne os bancos públicos de sangue de cordão umbilical e placentário, receberá R$ 31,5 milhões do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). O material é utilizado no transplante de medula óssea. O anúncio foi realizado, nesta sexta-feira (14), pelo ministro da Saúde, José Gomes Temporão, o diretor-geral do Instituto Nacional de Câncer (INCA), Luiz Antonio Santini, e o presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Social (BNDES), Luciano Coutinho. O objetivo é ampliar de 5 mil para 50 mil a quantidade de cordões armazenados, em 12 bancos de coleta – oito serão construídos e outros 4, ampliados.
Os recursos são provenientes do Fundo Social do BNDES e serão administrados pela Fundação Ary Frauzino para a Pesquisa e Controle do Câncer (FAF), responsável pela logística do projeto. As unidades serão coordenadas pelo Instituto Nacional de Câncer (INCA). Para contemplar toda a diversidade genética do povo brasileiro, os bancos serão construídos no Pará, Rio Grande do Sul, Pernambuco, Ceará, Santa Catarina, Paraná, Minas Gerais e Distrito Federal.
“A necessidade e a urgência desse projeto surgem porque o Brasil apresenta todos os anos centenas de pacientes que desenvolvem doenças, cuja solução é o transplante de medula óssea”, afirmou Temporão. Segundo o ministro, a rede, além de servir para cura e terapêutica, também será importante para a pesquisa e ensino.
O objetivo é armazenar cerca de 50 mil cordões nos 12 bancos da Rede, número considerado ideal para, juntamente com os doadores voluntários de medula óssea, suprir a demanda de transplantes no Brasil.
Além da construção das novas unidades da Rede BrasilCord, o recurso será utilizado em compra de equipamentos dos bancos já em funcionamento e treinamento de recursos humanos. Para fortalecer ainda mais a Rede, o Laboratório de Imunogenética do INCA, laboratório de referência para os exames da BrasilCord, também receberá melhorias. Hoje, a Rede BrasilCord conta com quatro bancos instalados, no Instituto Nacional de Câncer (INCA), no Rio de Janeiro, no Hospital Albert Einstein (São Paulo) e nos hemocentros de Campinas e Ribeirão Preto.
BrasilCord - A Rede de bancos públicos de sangue de cordão foi criada pelo Ministério da Saúde, em 2004. Desde então, já foram realizados 53 transplantes com unidades de cordão nacionais. Isso corresponde a 12% dos procedimentos realizados nos últimos quatro anos. A Rede BrasilCord traz, além da agilidade para os pacientes na realização dos transplantes, economia para o Ministério da Saúde. Utilizar unidade de cordão de registros estrangeiros custa cerca de R$ 50.000, enquanto manter uma bolsa em um banco público nacional, R$ 3.000.
Sangue de cordão umbilical e placentário
O sangue do cordão umbilical é rico em células-tronco. Este material é utilizado em tratamentos de doenças de sangue, como leucemias e anemias, porque tem a capacidade de regenerar a medula óssea – responsável pela produção das substâncias do sangue. Quando há um paciente com indicação de transplante de medula óssea, suas características genéticas são comparadas com as unidades do sangue dos cordões armazenados em bancos públicos e com os doadores voluntários de medula óssea para verificar a compatibilidade. O transplante é semelhante ao realizado quando há um doador, ou seja, o paciente recebe as células-tronco por meio de transfusão.

(* fonte Guia do Bebe)

domingo, 23 de novembro de 2008

Ana Luiza pulando na cama elástica

Aniversário Milena


Hoje foi o aniversário da Milena, filha da Meire minha amigona. A festa foi em um buffet, a Ana amou, brincou na piscina de bolinhas com a Milena e a Sophia e adorou pular na cama elástica, e ainda por cima, comeu muito, estava tudo uma delícia.

Foi a primeira festinha que a Ana foi.

A Milena estava linda de bailarina e toda feliz!
Parabéns gatinha, que você continue essa criança meiga e linda!

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sábado, 22 de novembro de 2008

Mães aderem ao banho de balde para recém-nascidos

Mães aderem ao banho de balde para recém-nascidos

RACHEL BOTELHO
colaboração para a Folha de S.Paulo

Banho de balde não é nenhuma novidade -muitas mães costumam apelar a ele para fazer a higiene de crianças pequenas durante viagens e nos dias de muito calor, na ausência de piscina. Mas o uso diário do acessório, como substituto definitivo da banheira e com bebês que mal saíram da maternidade, está começando a conquistar adeptos em famílias ainda mais criativas.

Mães e Filhos

A atriz Talitha Pereira, 25, mãe de Lis, de um mês e meio, achou graça quando se viu diante da foto de um bebê dentro do balde enquanto navegava na internet. "Mas depois assisti à palestra de um pediatra que ensinava a usá-lo e vi que o bebê se sente mais confortável ali. Me convenci de que é a melhor maneira de dar banho", afirma. Segundo ela, no quinto dia de vida a pequena Lis já dava pulinhos durante o banho, o que lhe garantiu o apelido de "bailarina de balde".

Lis Pereira Geimer, de um mês e meio, toma banho em um balde comprado na rua 25 de Março, centro de comércio popular em SP

Estripulias à parte, o que está atraindo as mães para o acessório é a promessa de um bebê mais tranqüilo, propagada em sites de relacionamento e listas de discussão na internet. "À noite, dou o banho e ela dorme durante horas", confirma.

Embora não haja pesquisas que comprovem esse benefício, a neonatologista Miriam Rika, do hospital e maternidade São Luiz, diz que os médicos observam uma boa resposta ao banho de imersão na UTI pediátrica, onde foi instituído há cerca de seis anos. "Existem várias hipóteses: pode ser devido à posição em que o bebê fica ou pelo fato de estar submerso do pescoço para baixo."

Intra-uterino

Para o obstetra Antonio Júlio Barbosa, do hospital e maternidade Santa Catarina, a principal vantagem desse tipo de banho em relação ao de banheira é que o bebê "se molda" ao acessório. "Ele tem mais contato com a água, o que mimetiza o meio intra-uterino, que é o que se deseja quando o bebê acabou de nascer", afirma.

O neonatologista Carlos Eduardo Corrêa, que apresentou a "técnica" a Talitha Pereira, indica o balde para o banho da maternidade e para os primeiros dias de vida do bebê.

"Acho que fica mais fácil para os pais segurarem, e a criança chora menos. Faço o banho com o bebê enrolado em um pano, na água quente", diz.

O médico afirma que, por volta dos sete meses, quando a criança começa a querer ficar em pé, o balde é mais seguro do que a banheira.

A arquiteta Roselene Araújo, 44, mãe de Beatriz, 10, Heloísa, 9, e Isabela, 7, tem experiência de sobra com o utensílio --sua primogênita tomou banho de balde desde os primeiros dias até os seis anos de idade.

Durante a gestação de Heloísa, Roselene trocou o balde pela TummyTub, que descobriu na internet. O modelo, desenvolvido na Holanda especialmente para bebês de até seis meses de vida, precisou ser importado.

Muito semelhante a um balde, a TummyTub é transparente e possui alguns itens de segurança, como base antiderrapante e um centro de gravidade que ajuda a evitar acidentes. A desvantagem é o preço. Enquanto o balde comum custa menos de R$ 15, o de grife pode ser encontrado em lojas de artigos infantis por até R$ 140.

Mesmo com tanta diferença, as opiniões das mães se dividem. Para Talitha, trata-se basicamente do apelo da marca. Já Roselene considera a TummyTub muito superior ao balde comum. "Não acho que é a mesma coisa. Ele tem um desenho adaptado e uma borracha embaixo que evita o tombo", afirma. "Crianças maiores já não podem ir no balde."

Embora bebês pequenos como Lis consigam ficar sem apoio no balde por um tempo, o ideal é suspendê-los com as mãos pela região axilar.

No YouTube, há vídeos que mostram os pais segurando seus filhos pelo pescoço. De tão relaxados, alguns pegam no sono ali mesmo.

(Folha Online)

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

lembrete!

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Ainda da visita relâmpago da Dinda!

Olha só a Juju tentando dar almoço pra Ana, coitada, totalmente ignorada. hihihihi

Beijocas

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

Endereço Novo!

Esse é o novo blog da Ana Luiza, espero que gostem!
Tudo novo e diferente, mas com o conteudo que vcs conhecem muito bem, ou seja bastante informações da nossa princesinha, que mereceu um reino ao invés de um blog comum :)

Beijos